MINICURSOS

Os minicursos do XX CONBRACE e VII CONICE serão oferecidos no dia 16 de setembro, com duração de 8 horas, entre 8h-12h e 14h-18h. Há uma exceção que está destacada no quadro a seguir. Serão ofertados minicursos em quatro diferentes eixos: Escola; Saúde; Treinamento; Lazer e diversidade. A participação é restrita aos inscritos no evento e não há taxa extra para participação. AS VAGAS SÃO LIMITADAS.

Inscrições: 16 de julho – 14 de setembro

ACESSE O FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO NO MINICURSO: https://goo.gl/forms/rpxC3PCbhBY58Wpx1



EIXO

MINICURSOS

VAGAS

RESPONSÁVEIS


ESCOLA

#1 - Práticas Corporais de Aventura: Esporte Orientação

20

Ms. Dayse Alisson Camara Cauper

Dr. Anibal Monteiro de Magalhães Neto

#2 – Práticas Corporais de Aventura na Educação Física escolar

20

Dr. Humberto Luís de Deus Inácio

Esp. Rosângela Soares

Thiago Mendonça de São José

#3 - Dança e Infância: caminhos entre o brincar, expressar e criar

20

Ms. Fernanda de Souza Almeida

Jéssica Tavares de Faria

#4 – Esportes de Rede/Parede: o ensino do badminton na escola

20

Dndo. Reigler Siqueira Pedroza

#5 - As lutas como tema de ensino: construindo estratégias de ensino

30

Dra. Marina Ferreira de Souza Antunes

Msnda. Sara da Silva Caixeta

Msnda. Natália Justino Batista

Msnda. Larissa Ramos Duarte

#6 - Conteúdos da Educação Física na Educação Infantil: possibilidades para emancipação a partir da infância

30

Ms. Bárbara Isabela Soares de Souza

Dnda. Jaciara Oliveira Leite

Esp. Leonardo Carlos de Andrade

Msnda. Pâmella Gomes de Brito

Msnda. Poliana de Carvalho Martins

Ms. Dayse Alisson Camara Cauper

#7 - Educação Física Inclusivo-Desenvolvimental: noções de atividade e participação no processo de escolarização de pessoas que apresentam condições peculiares de aprendizagem

20

Dr. Gilmar de Carvalho Cruz

#8 - Política de corpo no tempo presente: reflexões conceituais e perspectivas transdisciplinares na escola

40

Dra. Maria Cecília de Paula Silva

Dra. Simone Freitas Chaves

#9 - Contribuições das teorias pós-críticas para o ensino da Educação Física

40

Dr. Marcos Garcia Neira

Felipe Nunes Quaresma

Pedro Xavier Russo Bonetto

Dndo. Hugo César Bueno Nunes

Dr. Mário Luiz Ferrari Nunes

#10 – Currículo Cultural da Educação Física: pressupostos teóricos e práticas pedagógicas

40

Dr. Marcos Garcia Neira

Ms. Alessandra Aparecida Dias de Aguiar

Ms. Arthur Müller

Dayane Maria de Oliveira Portapila

Dr. Ivan Luis dos Santos

Dra. Maria Emilia de Lima

Ms. Nyna Taylor Gomes Escudero


SAÚDE

#11 - Educação Física, Atenção Primária e Redes Prioritárias de Atenção à Saúde

20

Dra. Jéssica Felix Nicácio Martinez

Ms. Marcos Flávio Mércio de Oliveira

Ms. Patrícia Santiago Vieira

Esp. Gleyson Batista Rios

#12 – Educação Física e Saúde Mental

30

Dr. Felipe Wachs

#13 – Exercício Físico e Populações Especiais

60

Dr. Carlos Alexandre Vieira

Msndo. Marcelo Henrique Silva

Ms. Paulo Adriano Naves Prudente

Dndo. Ricardo Borges Viana

Msndo. Wanderson Divino Nilo dos Santos


TREINAMENTO

#14 - Iniciação esportiva no voleibol

20

Dr. Gustavo De Conti Teixeira Costa

#15 – Bases científicas do treinamento resistido ***horário diferenciado***

100

Msndo. Marcelo Henrique Silva

Luan Galvão

Dr. Paulo Gentil

James Fisher (Inglaterra)

Antonio Paoli (Itália)

LAZER

E DIVERSIDADE

#16 - Práticas Corporais e Envelhecimento

30

Dra. Vanessa Helena Santana Dalla Déa

Esp. Vicente Paulo Batista Dalla Déa

#17 - Capoeira e a educação para a diversidade

40

Dr. José Cirqueira Falcão

Dra. Renata de Lima Silva

#18 – Takkyu Volley

30

Dra. Ana Paula Salles da Silva

Profa. Letícia de Castro Silva Monteiro



*** O minicurso #15 – Bases científicas do treinamento resistido – ocorrerá em horários diferenciados: 15/09 (14h-18h) e 16/09 (8h-12h).





#1 - Práticas Corporais de Aventura: Esporte Orientação

Responsáveis: Ms. Dayse Alisson Camara Cauper (UFG); Dr. Anibal Monteiro de Magalhães Neto (UFMT).

Ementa: O objetivo do minicurso é apresentar o Esporte Orientação como uma das Práticas Corporais de Aventura desenvolvidas em meio terrestre. Ensinar as principais regras, os fundamentos e instrumentos utilizados na prática dessa modalidade. Além de oportunizar momentos de vivência com a leitura de mapas, uso da bússola, e uma pista real, nos moldes oficiais da modalidade. Para encerrar propomos que sejam apresentadas e discutidas possibilidades de inserção dessa modalidade nas aulas de educação física em todas as etapas da Educação Básica.


Objetivo: Ampliar o repertório de acadêmicos e professores de educação física com relação à vivência de Práticas Corporais de Aventura e oportunizar discussões sobre possibilidades de desenvolver o Esporte Orientação nas aulas de Educação Física.


Objetivos específicos: Ensinar a leitura do mapa, o uso da bússola e o uso desses dois instrumentos simultaneamente; Discutir e apresentar possibilidades de desenvolver a Orientação na educação física em todas as etapas da Educação Básica.


Metodologia: Serão realizados momentos de exposição teórica, realização de atividades práticas e discussão sobre possibilidades a serem desenvolvidas na escola.


Vagas: 20




#2 - Práticas Corporais de Aventura na Educação Física escolar

Responsáveis: Dr. Humberto Luís de Deus Inácio (UFG); Rosângela Soares; Thiago Mendonça de São José.

Ementa: Conceito de práticas corporais de aventura (PCAs); Características e Classificação das PCAs para uso na escola; Equipamentos e materiais adaptados e alternativos; Vivências de PCAs e de metodologias de ensino destas.

Objetivo: Apropriação de competências para o ensino das PCAs na Educação Física Escolar.


Objetivos específicos: Contextualizar conceitualmente as PCAs. Apreender as categorias determinantes das PCAs. Apreender as possibilidades classificativas das PCAs. Conhecer e contextualizar equipamentos e materiais alternativos de PCAs. Apropriar metodologias e ensino das PCAs por meio de experiências práticas.


Metodologia:

Serão realizados momentos de exposição teórica, realização de atividades práticas e discussão sobre possibilidades a serem desenvolvidas na escola.


Vagas: 20




#3 – Dança e Infância: caminhos entre o brincar, expressar e criar

Responsáveis: Ms. Fernanda de Souza Almeida (UFG); Jéssica Tavares de Faria.

Ementa: Apresentação de possibilidades de abordar a dança com crianças entre 3 e 8 anos de idade no ambiente educacional, por meio de práticas que dialogam com a subjetividade lúdica, sensibilidade e interesses do universo infantil. Para tal, haverá momentos de discussão sobre a criança enquanto um sujeito sócio-histórico-cultural com pensamentos e percepções de mundo próprios, bem como sobre a dança e seus elementos; permeadas de vivências que envolvem o brincar e a ampliação da consciência do corpo, das possibilidades do movimento e da criatividade.


Objetivo: Expandir o repertório teórico-reflexivo e prático de graduandos e docentes em relação a dança na escola com a infância, em diálogo com a cultura e as múltiplas linguagens (desenho, pintura, contação de história e musicalidade).


Objetivos específicos: Refletir sobre a criança numa perspectiva da pedagogia da infância; Apresentar os elementos próprios da linguagem da dança e sua relação com a infância; Elencar possíveis estratégia de mediação envolvendo o lúdico, o jogo, a interação social, improvisação, apreciação e criação, para a educação do sensível; Vivenciar propostas dançantes.


Metodologia: Serão realizados momentos de exposição teórica, realização de atividades práticas e discussão sobre possibilidades a serem desenvolvidas na escola.


Vagas: 20



#4 – Esportes de Rede/Parede: o ensino do badminton na escola

Responsável: Dndo. Reigler Siqueira Pedroza (UEG).

Ementa: A educação física como componente curricular obrigatório e suas possibilidades de inovação pedagógica no currículo escolar. O Badminton como esporte de rede/parede: histórico, conceito, fundamentos e regras básicas para o processo de ensino aprendizagem na escola.


Objetivo: Analisar as possibilidades didático-pedagógicas para a classificação, sistematização e pedagogização dos esportes de rede/parede (badminton) nas aulas de educação física escolar.


Objetivos específicos: Identificar as dificuldades contemporâneas de sistematização de práticas pedagógicas na educação física escolar a partir dos saberes da cultura corporal. Sistematizar propostas de ensino aprendizagem dos esportes de rede/parede (badminton) para o currículo da educação física escolar. Apreender os saberes básicos do badminton enquanto produção histórica do esporte moderno como balizador da construção de propostas curriculares inovadoras na prática pedagógica da educação física escolar.


Metodologia: Serão realizadas experiências pedagógicas que articulam a relação entre teoria e prática dos saberes históricos do badminton como alternativa criativa de pedagogização na escola.


Vagas: 20



#5 - As lutas como tema de ensino: construindo estratégias de ensino


Responsáveis: Dra. Marina Ferreira de Souza Antunes (UFU); Msnda. Sara da Silva Caixeta (UFU); Msnda. Natália Justino Batista (UFU); Msnda. Larissa Ramos Duarte (UFU).

Ementa: Princípios teóricos metodológicos orientadores do processo de construção do planejamento a partir do modelo denominado Estratégia de Ensino. Vivência de uma sequência didática, com ênfase nos procedimentos metodológicos, para tratar o tema lutas na educação física escolar.


Objetivo: Identificar os princípios teóricos metodológicos do processo de construção do planejamento a partir do modelo denominado Estratégia de Ensino e vivenciar uma sequência didática, com ênfase nos procedimentos metodológicos, para tratar o tema lutas na educação física escolar.


Metodologia: Exposição oral dos fundamentos teórico-metodológicos do modelo de planejamento denominado Estratégia de Ensino, bem como a concepção de trabalho pedagógico que a sustenta. Apresentação de materiais alternativos e vivência de procedimentos metodológicos contemplando atividades para apreensão de conhecimentos que podem ser aprendidos sobre as lutas. Avaliação do processo vivenciado.


Vagas: 30



#6 – Conteúdos da Educação Física na Educação Infantil: possibilidades para emancipação a partir da infância

Responsáveis: Ms. Bárbara Isabela Soares de Souza (UFG); Dnda. Jaciara Oliveira Leite (UFG); Esp. Leonardo Carlos de Andrade; Msnda. Pâmella Gomes de Brito (UFG); Msnda. Poliana de Carvalho Martins (UFG); Ms. Dayse Alisson Camara Cauper (UFG).

Ementa: Este minicurso tem como objetivo oportunizar momentos de debate e análises críticas sobre a atuação do professor de Educação Física na Educação Infantil. Por esta razão, está apoiado em uma base teórico-epistemológica que se apropria de uma leitura histórica e dialética para analisar a organização societária vigente, e, que, a partir de uma perspectiva sociocultural, analisa o processo de formação biossocial dos indivíduos inseridos nesta sociedade, que são: Teoria Histórico-Cultural, Teoria Histórico-Crítica e Teoria Crítico-Superadora. Mediante o exposto e com um compromisso político de formação humana crítica, voltada para a emancipação e para a apropriação democrática dos conhecimentos historicamente produzidos pela humanidade, compreende-se que os conteúdos da Educação Física devem ser apropriados desde a Educação Infantil, com o objetivo de formar crianças enriquecidas social e culturalmente. Desta forma, as possíveis relações entre Educação Física e Educação Infantil serão apresentadas e analisadas, visando propor referências para o trabalho docente nesta etapa. Para isso, serão socializados relatos de experiência do trabalho realizado pelo grupo de professores de Educação Física no Departamento de Educação Infantil (DEI) do CEPAE/UFG, bem como, a construção coletiva de propostas para a intervenção nesta etapa da Educação Básica.


Objetivo: Possibilitar debates e análises críticas sobre o trabalho do professor de Educação Física na Educação Infantil, vislumbrando, principalmente, as possibilidades de emancipação a partir da apropriação dos conteúdos pertences a mesma.


Objetivos específicos: Analisar os avanços e os limites da legislação que trata sobre a Educação Infantil, bem como, da legislação que trata sobre a Educação Física nesta etapa da Educação Básica. Apresentar as bases teórico-epistemológicas e metodológicas que devem fundamentar o trabalho do professor de Educação Física na Educação Infantil, possibilitando, assim, a emancipação a partir da infância. Socializar as possibilidades de intervenção através das experiências desenvolvidas no Departamento de Educação Infantil (DEI) do CEPAE/UFG à luz da base teórica supracitada. Construir propostas de ensino dos conteúdos da Educação Física na Educação Infantil, mediante os princípios epistemológicos e metodológicos da base teórica supracitada.


Metodologia: Serão realizados momentos de exposição teórica, realização de atividades práticas e de debates.


Vagas: 30



#7 – Educação Física Inclusivo-Desenvolvimental: noções de atividade e participação no processo de escolarização de pessoas que apresentam condições peculiares de aprendizagem

Responsável: Dr. Gilmar de Carvalho Cruz (UNICENTRO).

Ementa: Reflexões vivenciais sobre o campo da Educação Física em contextos educacionais inclusivos inspiradas na perspectiva desenvolvimental de Davidov. Ressignificação das noções de atividade e participação no campo da Educação Física com vistas à organização de ambientes de ensino-aprendizagem sensíveis à presença de estudantes que apresentam condições peculiares de aprendizagem.


Objetivo: Discutir a Educação Física como campo de intervenção profissional e produção de conhecimento ocupado com pensar(se) e emocionar(se) no processo de produção de corpos humanos que tenham prazer em se movimentar.


Metodologia: Reflexão teórica a partir das próprias intervenções profissionais, a dialogar com elementos do ensino desenvolvimental, acompanhadas por vivências ilustrativas.


Vagas: 20



#8 – Política de corpo no tempo presente: reflexões conceituais e perspectivas transdisciplinares na escola

Responsáveis: Dra. Maria Cecília de Paula Silva (UFBA); Dra. Simone Freitas Chaves (UFRJ).

Ementa: A proposta do minicurso é oferecer aos participantes a oportunidade de, num trabalho conjunto e interativo, reconstruir significados relativos às politicas corporais e culturais do tempo presente no Brasil e Latino América, bem como refletir possibilidades de uma práxis educacional que aponte para a compreensão da linguagem corporal como anunciadora de cultura e foco de uma educação para a emancipação.

Objetivos: Reconstruir significados relativos às politicas corporais e culturais do tempo presente no Brasil e Latino América, bem como refletir possibilidades de uma práxis educacional que aponte para a compreensão da linguagem corporal como anunciadora de cultura e foco de uma educação para a emancipação.

Objetivos Específicos: Vivenciar práticas pedagógicas transdisciplinares que envolvam um processo de problematização sobre um conjunto de estigmas e estereótipos construídos socialmente a partir de uma moral da aparência corporal. Desnaturalizar um conjunto de representações que apontem para visões/comportamentos estereotipados, estigmatizadores e excludentes, dos sujeitos, construídos na interação entre os diferentes grupos sociais, a partir da sua condição corporal. Compreender os conceitos de corpo e cultura como centrais para se pensar políticas públicas da Educação Física e ciências do esporte.

Metodologia: O curso se propõe a uma abordagem teórico vivencial. A intenção é construir um debate teórico e reflexivo sobre algumas bases fundadoras das pesquisas realizadas ao longo do percurso pelas proponentes apresentando arcabouço conceitual e práxico; além de trazer a discussão sobre a construção intuitiva de processos criativos, científicos e pedagógicos oportunizados pelas politicas corporais e culturais do tempo presente no Brasil, especialmente nas regiões nordeste e sudeste e ações possíveis éticas, estéticas, de leituras e equivalências pelas experiências e vivências oferecidas.

A partir deste caminho, impulsionadas pela necessidade de levar tais questões para o âmbito escolar e a formação docente, apresentaremos propostas transdisciplinares que envolvam a abordagem das complexas relações entre corpo e cultura, propondo uma metodologia problematizadora, lúdica, que priorize a livre expressão e a escuta.

Todo o processo será mediado pelos saberes e experiências do grupo que será protagonista na construção desta práxis, deste o processo de reflexão teórica à proposição e transformação das práxis vivenciada.

Para que esta proposição experimental se realize, pretendemos desenvolver um diálogo a partir das pesquisas e práxis desenvolvidas ao longo de 12 anos em duas Universidades Públicas brasileiras, UFBA e UFRJ, a partir de resultados que contribuem na reflexão sobre a área, a produção cientifica e possíveis repercussões sociais e políticas.

Vagas: 40



#9 – Contribuições das teorias pós-críticas para o ensino da Educação Física

Responsáveis: Dr. Marcos Garcia Neira (USP); Felipe Nunes Quaresma; Pedro Xavier Russo Bonetto; Dndo. Hugo César Bueno Nunes; Dr. Mário Luiz Ferrari Nunes.

Ementa: As teorias tradicionais, críticas e pós-críticas da educação e suas influências no ensino da Educação Física. Reconhecimento dos campos de fundamentação da Educação Física pós-crítica: estudos culturais, pós-estruturalismo, multiculturalismo crítico e pós-modernismo. Apresentação das semelhanças e distinções entre as perspectivas críticas e pós-críticas da Educação Física. Experimentações pedagógicas: cenas de ensino.


Objetivo: Apresentar e debater as contribuições das teorias pós-críticas para a prática pedagógica da Educação Física, aprofundando os campos de fundamentação e suas relações com a ação didática.


Objetivos específicos: Distinguir as teorias críticas das pós-críticas e suas influências na prática pedagógica da Educação Física. Reconhecer os campos de fundamentação pós-crítica e suas contribuições para análise da sociedade contemporânea. Discutir o processo de identificação/diferenciação dos sujeitos (e grupos) a partir da ampliação dos marcadores sociais (classe, gênero, etnia, religião etc.), bem como as noções de poder implicadas. Analisar experimentações didático-pedagógicas inspiradas nas teorias pós-críticas e partilhadas por meio de vídeos e apresentações de professores em atuação na Educação Básica.


Metodologia: Exposições seguidas de debate e análises de experimentações pedagógicas.


Vagas: 40




#10 – Currículo Cultural da Educação Física: pressupostos teóricos e práticas pedagógicas

Responsáveis: Prof. Dr. Marcos Garcia Neira (USP); Ms. Alessandra Aparecida Dias de Aguiar; Ms. Arthur Müller; Dayane Maria de Oliveira Portapila; Dr. Ivan Luis dos Santos; Dra. Maria Emilia de Lima; Ms. Nyna Taylor Gomes Escudero.

Ementa: Caracterização do currículo cultural da Educação Física: concepção de cultura, cultura corporal e sujeitos almejados. Compreensão da sociedade contemporânea, função social da escola e da Educação Física. Princípios que organizam o currículo cultural da Educação Física. Procedimentos didáticos que caracterizam a proposta. Relatos de experiências da Educação Física culturalmente orientada.


Objetivo: Apresentar e debater os pressupostos teóricos, princípios (reconhecer a cultura corporal da comunidade, evitar o daltonismo cultural, ancoragem social dos conhecimentos, justiça curricular e descolonização do currículo) e procedimentos didáticos (mapeamento, vivência/ressignificação, aprofundamento, ampliação, registro e avaliação) do currículo cultural da Educação Física.


Objetivos específicos: Reconhecer os fundamentos teórico-metodológicos do currículo cultural da Educação Física. Compreender as noções de linguagem, práticas corporais, tematização e problematização que caracterizam a pedagogia cultural da Educação Física. Analisar criticamente as experiências realizadas com o currículo cultural da Educação Física nas escolas públicas.


Metodologia: Discussões a partir dos relatos de experiência apresentados e sistematização dos conhecimentos mediante confronto com os referenciais que sustentam a proposta.


Vagas: 40





#11 – Educação Física, Atenção Primária e Redes Prioritárias de Atenção à Saúde

Responsáveis: Dra. Jéssica Felix Nicácio Martinez (IFSP); Ms. Marcos Flávio Mércio de Oliveira (IFG); Ms. Patrícia Santiago Vieira (IFG); Esp. Gleyson Batista Rios (UEG).

Ementa: A intervenção do profissional de educação Física na saúde pública. O trabalho do profissional de educação física em equipes de Atenção Primária e sua articulação nas Redes Prioritárias de Atenção à Saúde. Intervenções do profissional de educação física na atenção especializada da RAPS.


Objetivo: Refletir sobre a intervenção do professor de educação física na saúde pública a partir de experiências desenvolvidas em Goiânia.


Objetivos específicos: Apresentar conceitos relacionados a educação física, saúde coletiva e saúde pública. Discutir conceitos relacionados a atenção primária e a intervenção do profissional de educação física. Refletir sobre conceitos relacionados as redes prioritárias de atenção à saúde e possibilidades de ação do profissional de educação física. Apresentar experiências desenvolvidas por profissionais de educação física em Goiânia no NASF, Consultório na Rua, CAPS, Emergência Psiquiátrica.


Metodologia: Exposição dialogada de conceitos referentes a temática. Partilha de experiências do trabalho do professor de educação física na saúde pública.


Vagas: 20





#12 – Educação Física e Saúde Mental

Responsável: Dr. Felipe Wachs (UFG).

Ementa: A transição do modelo de assistência em saúde mental. Contribuições dos profissionais de Educação Física e das práticas corporais ao cuidado em saúde mental. Educação Física e diferentes direções clínicas no processo terapêutico.


Objetivo geral: Refletir sobre as contribuições dos profissionais de Educação Física e das práticas corporais ao cuidado em saúde mental.


Objetivos específicos: Contextualizar as políticas de assistência em saúde mental e a inserção de profissionais de Educação Física. Discutir experiências e potenciais contribuições dos profissionais de Educação Física e das práticas corporais em serviços especializados em saúde mental. Refletir sobre as diferentes direções clínicas presentes nos tratamentos de saúde mental e suas implicações na organização das intervenções e de oficinas temáticas. Refletir sobre as interfaces entre educação e saúde no processo terapêutico em saúde mental.


Metodologia: Serão realizados momentos de exposição teórica, vivências e discussões.


Vagas: 30





#13 – Exercício Físico e Populações Especiais

Responsáveis: Dr. Carlos Alexandre Vieira; Msndo. Marcelo Henrique Silva; Ms. Paulo Adriano Naves Prudente; Dndo. Ricardo Borges Viana (UFG); Msndo. Wanderson Divino Nilo dos Santos.

Ementa: Exercício físico para as populações especiais: câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade. Efeitos do exercício sobre as adaptações crônicas e agudas e parâmetros para prescrição de exercícios para populações especiais.

Objetivo: Apropriar-se dos conteúdos teóricos e metodológicos relacionados à prescrição de exercícios para grupos especiais.

Objetivos específicos: Prescrição de exercícios físicos para pessoas em tratamento ou sobreviventes de câncer. Prescrição de exercícios físicos para pessoas com doenças cardiovasculares. Prescrição de exercícios físicos para pessoas com diabetes. Prescrição de exercícios físicos para pessoas com sobrepeso e obesidade. Instrumentalizar, refletir e construir ações, que possibilitem produzir e/ou reproduzir conhecimentos aplicados a essas populações.

Metodologia: Serão abordadas duas temáticas no período da manhã e duas temáticas no período da tarde. Os conteúdos serão apresentados de forma expositiva e discutidos, juntos aos alunos, ao longo de todo o tempo.

Vagas: 60



#14 – Iniciação esportiva no voleibol

Responsáveis: Dr. Gustavo De Conti Teixeira Costa (UFG)

Ementa: Conhecimentos teórico-práticos sobre as etapas no processo de ensino e aprendizagem do voleibol. Reconhecimento dos modelos de ensino, a luz da pedagogia do esporte, voltados para a iniciação esportiva, especificamente para o ensino do voleibol. Introdução à compreensão tática básica, aos fundamentos técnicos e ao ensino multidimensional das técnicas tradicionalmente utilizadas durante a prática do voleibol. Discutir e refletir sobre a construção de planos de aula para principiantes na prática do voleibol.


Objetivo: Apresentar e discutir os modelos de ensino dos esportes voltados para a iniciação no voleibol.


Objetivos específicos: Caracterizar o voleibol, de acordo com pesquisas recentes da área de análise de jogo. Apresentar as propostas de ensino do voleibol segundo seus constrangimentos situacionais. Discutir a relação entre ensino e aprendizagem do voleibol, segundo a ecologia do jogo. Discutir a importância da abordagem construtivista no processo de ensino e aprendizagem do voleibol.


Metodologia: Serão realizados momentos de exposição teórica, bem como a realização de atividades práticas voltadas ao ensino da iniciação esportiva universal na escola.


Vagas: 20



#15 – Bases científicas do treinamento resistido –

*** ATENÇÃO*** - O minicurso #15 correrá em horários diferenciados: 15/09 (14h-18h) e 16/09 (8h-12h)

Responsáveis: Marcelo Henrique Silva; Luan Galvão; Dr. Paulo Gentil; James Fisher (Inglaterra); Antonio Paoli (Itália).

Ementa: Treinamento resistido. Ganho de força. Ganho de massa muscular. Controle de variáveis.

Objetivo: Apropriar-se dos conteúdos teóricos e metodológicos relacionados à prescrição de treinamento resistido.

Objetivos específicos: Prescrição de exercícios resistido para diferentes objetivos. Controle de variáveis do exercício resistido. Instrumentalizar, refletir e construir ações, que possibilitem produzir e/ou reproduzir conhecimentos relativos ao treinamento resistido.

Metodologia: Serão abordadas duas temáticas no período da manhã e duas temáticas no período da tarde. Os conteúdos serão apresentados de forma expositiva e discutidos, juntos aos alunos, ao longo de todo o tempo.

Vagas: 100



#16 – Práticas corporais e envelhecimento

Responsáveis: Dra. Vanessa Helena Santana Dalla Déa (UFG); Esp. Vicente Paulo Batista Dalla Déa (UEG).

Ementa: Envelhecimento. Mudanças fisiológicas e psicossociais. Praticas corporais e envelhecimento.

Objetivo: Apresentar, discutir e refletir sobre envelhecimento e práticas corporais.

Objetivos específicos: Apresentar aspectos fisiológicos do envelhecimento. Discutir aspectos históricos e psicossociais do envelhecimento. Analisar estudos sobre práticas corporais e influência em aspectos específicos do envelhecimento.

Metodologia: Serão realizados momentos de exposição teórica e vivência de práticas corporais pensadas para pessoa idosa.

Vagas: 30



#17 – Capoeira e a educação para a diversidade

Responsáveis: Dr. José Cirqueira Falcão (UFG); Dra. Renata de Lima Silva (UFG).

Ementa: A ementa desse minicurso gravita em torno das seguintes questões: Como se configura a diversidade na capoeira? Como a diversidade de uma capoeira se distingue de uma “outra”? Quem define a diversidade entre as capoeiras? Quais são as normas presumidas a partir das quais uma capoeira é marcada como diferente? Qual é a natureza das atribuições que são levadas em conta para caracterizar uma capoeira como diferente? Como as fronteiras da diversidade são constituídas, mantidas ou dissipadas na capoeira? Como os vários grupos estão representados em diferentes discursos da diversidade? A diversidade diferencia lateral ou hierarquicamente? Questões como essas levantam uma problemática mais geral sobre a diversidade como categoria analítica e podem contribuir para esclarecer essa complexa e contraditória manifestação da cultura corporal.


Objetivo Geral: O objetivo do minicurso é promover, problematizar e desenvolver sínteses superadoras alusivas à categoria diversidade no contexto das capoeiras.


Objetivos específicos: Discutir e vivenciar a diferença a partir de suas diversas formas de expressão: como experiência, como relação social, como subjetividade e como identidade. Discutir, vivenciar e analisar a potência da categoria diversidade no contexto da capoeira a partir de suas diversas modalidades de expressão. Discutir e vivenciar o agenciamento, a singularidade e a intensidade de estratégias pedagógicas utilizadas no ensino-aprendizagem da capoeira.


Metodologia: Serão realizados momentos de exposição teórica, realização de atividades práticas e discussão compartilhada em pequenos e grandes grupos acerca da temática trabalhada.


Vagas: 40



#18 – Takkyu Volley

Responsável: Dra. Ana Paula Salles da Silva (UFG); Profa. Letícia de Castro Silva Monteiro

Ementa: O objetivo do minicurso é promover e difundir o ensino da prática do Takkyu Volley em escolas, espaços de lazer e clínicas de reabilitação. Takkyu volley é uma modalidade esportiva, que agrega algumas regras do voleibol com o Tênis de Mesa, desenvolvida no Japão e que pode ser pratica por pessoas com e sem deficiência de diferentes idades.


Objetivo: Promover e difundir as potencialidades inclusivas do Takkyu Volley.


Objetivos específicos: apresentar a história e as regras do Takkyu Volley; experenciar a modalidade; problematizar o ensino do Takkyu em escolas, espaços de lazer e em clinicas de reabilitação.


Metodologia: Serão realizados momentos de exposição teórica e a vivência do Takkyu Volley.


Vagas: 30